GT Teoria do Texto Poético (ANPOLL)
Diretrizes e normas para publicação na revista eletrônica TextoPoético
Contribuições para o vol. 10 (1º semestre de 2011)
Contribuições para o vol. 11 (2º semestre de 2011):
Devem ser enviadas em fluxo contínuo, com prazo final até o dia 30 de novembro de 2010
I – Apresentação
A revista eletrônica TextoPoético, registrada com ISSN 1808-5385, avaliada como Qualis B2 pela CAPES e em processo de indexação internacional, é uma publicação semestral do GT Teoria do Texto Poético (ANPOLL).
Publicado desde 2004, o periódico é amparado por amplo Conselho Editorial internacional e conta com pareceristas externos especialmente convidados. Além de órgão de divulgação de resultados das pesquisas dos membros do GT, a revista está aberta a colaboradores externos, mas desde que sejam pesquisadores na área de teoria e crítica da poesia lírica e que estejam ligados a Programas de Pós-Graduação, como professores ou doutorandos.
II – Normas, condições e procedimentos gerais
-
Os trabalhos, INÉDITOS e ORIGINAIS, com o mínimo de 10 (dez) e o máximo de 20 (vinte) páginas, devem respeitar os subtemas abaixo, previamente definidos pelo GT;
-
Os trabalhos devem ser redigidos em português e devem vir acompanhados de título, resumo, palavras-chave, abstract e keywords;
-
Os autores devem informar e-mail e filiação institucional completa (departamento, unidade e instituição a que está vinculado) em nota de rodapé
-
Se o autor é doutorando, deve indicar se dispõe de bolsa de estudos, e de qual órgão de fomento;
-
Direitos autorais para artigos publicados na revista são do autor, com direitos de primeira publicação para a revista. Em virtude de serem divulgados em periódico de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais;
-
Eventual republicação total ou parcial de artigo anteriormente divulgado na revista está sujeita à autorização expressa da Coordenação do GT. Além disso, o autor deve indicar, na republicação, a fonte original da TextoPoético em que seu artigo foi publicado;
-
Todas as contribuições enviadas serão previamente avaliadas pelo Comitê Editorial, que recusará de imediato os trabalhos que desconsiderarem as normas/diretrizes aqui expostas. Com isso, frise-se que a revisão gramatical, de redação e de digitação é de inteira responsabilidade dos autores, bem como a correta apresentação do texto (vide normas, abaixo);
-
Após a avaliação prévia do Comitê Editorial, os trabalhos serão submetidas a 2 (dois) pareceristas internos e/ou externos ao GT e, caso haja divergência, a um terceiro avaliador externo. Terminado o processo de avaliação, cada autor de artigo será notificado e receberá, via e-mail, os pareceres e as cópias (se for o caso) de seu texto, a fim de providenciar os ajustes e as correções sugeridas pelos pareceristas (caso seu trabalho tenha sido aceito para publicação);
-
De posse dos artigos selecionados e corrigidos para publicação, o Comitê Editorial fará uma última revisão nos originais, de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua e o padrão editorial da revista, respeitando, porém, o estilo, o ponto de vista e a opinião dos autores;
-
As opiniões emitidas pelos autores dos artigos são de sua inteira e exclusiva responsabilidade.
III – Tema geral e subtemas
Tema geral: Lírica moderna e contemporânea: reflexões teórico-críticas
Subtema 1: Os contemporâneos e os fundadores da modernidade lírica
O que os trabalhos devem enfocar (Ementa): 1. Estudos críticos sobre poetas da modernidade; 2. Estudos críticos sobre poetas contemporâneos; 3. Estudos de relações intertextuais (no mais amplo sentido da palavra) de poetas contemporâneos com poetas da tradição moderna (os românticos alemães, Baudelaire, Mallarmé, Rimbaud, nossos românticos, Cruz e Sousa, Camilo Pessanha...); 4. Estudos que enfoquem as relações dos contemporâneos com outras tradições, como a clássica (greco-latina) e neoclássica (Camões, Petrarca...), ou a medieval (Dante Alighieri, a poesia trovadoresca...); 5. Estudos sobre máscara e despersonalização poética (heteronímia pessoana, por exemplo), bem como concepções e figurações metapoéticas do eu-lírico, ontem e hoje. Esta categoria subtemática tem como base, principalmente, estudos crítico-autorais e estudos de relações e co-relações de autores.
Subtema 2: Poesia contemporânea e tradição moderna
O que os trabalhos devem enfocar (Ementa): 1. As grandes linhas temáticas trabalhadas pela lírica moderna. Exemplos: o mito, a cidade, o erotismo, a figura feminina, Deus, o Satanismo, a metafísica, a morte...; 2. As grandes linhas temáticas trabalhadas pela lírica contemporânea, em conexão – ou não – com a tradição moderna. Exemplos: o mito, a cidade, o erotismo, a figura feminina, Deus, o Satanismo, a metafísica, a morte... Esta categoria subtemática contempla os estudos temáticos e os estudos crítico-autorais.
Subtema 3: Teorias modernas e contemporâneas da lírica
O que os trabalhos devem enfocar (Ementa): 1. As grandes linhas teóricas da poesia moderna (Pré-Romantismo; Romantismo; Simbolismo; Vanguardas; Estudos de teóricos e críticos de poesia como Alfredo Bosi, Octavio Paz, Hugo Friedrich e outros; Estudos de textos crítico-teóricos de poetas); 2. As grandes linhas teóricas da poesia moderna (e/ou em co-relação) com as teorias contemporâneas; 3. Estudos sobre a poesia e o leitor; sobre o cânone poético (brasileiro ou estrangeiro); sobre o ensino de poesia. Esta categoria subtemática pretende estimular uma discussão mais teórica da lírica (moderna e contemporânea).
IV – Normas para apresentação de originais
Originais
Apresentação. Os trabalhos devem ser enviados exclusivamente por e-mail (apenas em .doc), para
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
(com cópia para
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
): texto em Word for WINDOWS, versão 6.0 ou mais recente, corpo 12, fonte Times New Roman, espaçamento 1/5, margens 3 cm.
Estrutura. Obedecer à seguinte sequência: Título; Título em inglês; Autor(es) (nome completo, com o último sobrenome em maiúsculas); Filiação científica do autor (indicando em nota de rodapé: Departamento, Faculdade ou Instituto, Universidade, Sigla da Universidade, CEP, Cidade, Estado, País e e-mail); Resumo (máximo de 200 palavras); Palavras-chave (até 5 palavras); Abstract; Keywords; Texto; Referências (somente obras citadas no texto).
Qualquer menção ou citação de autor ou obra no corpo do texto, remetendo às referências, deve aparecer com o ano de publicação, inclusive as epígrafes.
Importante: As informações oriundas de comunicação pessoal em eventos, trabalhos em andamento e os não publicados não devem ser incluídas na lista de Referências, mas indicadas em nota de rodapé da página onde forem citados.
Usar negrito para ênfase e itálico para palavras em língua estrangeira. Títulos de obras devem aparecer em itálico, letra maiúscula apenas no início da primeira palavra (ex: Caminhos da semiótica literária), e capítulos, títulos de poemas, ou partes de uma obra devem ser apresentados entre aspas.
Referências. Devem ser dispostas em ordem alfabética pelo último sobrenome do primeiro autor e seguir a NBR 6023 da ABNT.
. Livro
SILVA, I. A. Figurativização e metamorfose: o mito de Narciso. São Paulo: Ed. UNESP, 1995.
. Capítulo de livro
MANN, T. A morte em Veneza. In: CARPEAUX, O. M. (Org.) Novelas alemãs. São Paulo: Cultrix, 1963. p.113-9.
. Dissertação e tese
PASCOLATI, S. A. V. Faces de Antígona: leituras e (re)escrituras do mito. 2005. Tese (Doutorado) – Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 2005.
. Artigo de periódico
GOBBI, M. V. Z. Relações entre ficção e história: uma breve revisão teórica. Itinerários, Araraquara, n. 22, p. 37-57, 2004.
. Artigo de jornal
GRINBAUM, R. Crise no país divide opinião de bancos. Folha de São Paulo, São Paulo, 27 mar. 2001. Dinheiro, p.3.
. Trabalho publicado em anais
PINTO, M. C. Q. de M. Apollinaire: permanência e transformação. In: XI ENCONTRO NACIONAL DA ANPOLL, 1996, João Pessoa. Anais... João Pessoa: ANPOLL, 1966. p. 216-18.
. Publicação On-line – INTERNET
TAVES, R. F. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. O Globo, Rio de Janeiro, 19 maio 1998. Disponível em http://www.oglobo.com.br/. Acesso em 19 maio 1998.
Citação no texto. O autor deve ser citado entre parênteses pelo sobrenome, separado por vírgula da data de publicação (CANDIDO, 1999). Se o nome do autor estiver citado no texto, indica-se apenas a data entre parênteses: Candido (1999) assinala... Quando for necessário especificar página(s), esta(s) deverá(ão) seguir a data, separada(s) por vírgula e precedida(s) de p. (CANDIDO, 1999, p.543). As citações de diversas obras de um mesmo autor, publicadas no mesmo ano, devem ser discriminadas por letras minúsculas após a data, sem espacejamento (CANDIDO, 1999a) (CANDIDO, 1999b). Quando a obra tiver até três autores, indicam-se todos eles, separando os sobrenomes por ponto e vírgula (LEENHARDT; PESAVENTO, 1998), e quando tiver mais de três, indica-se o primeiro seguido de et al. (GILLE et al., 1960).
Citações de até 3 linhas vêm entre aspas, seguidas do nome do autor, data e página. Com mais de 3 linhas, vêm com recuo de 4 cm na margem esquerda, corpo menor (fonte11) e sem aspas, também seguidas do nome do autor, data e página. As citações em língua estrangeira devem vir em itálico.
- Citação direta com mais de três linhas:
Paul Valéry (1991, p.208) concorda com a definição de Mallarmé, mas lhe faz uma ressalva:
[...] esses discursos tão diferentes dos discursos comuns, os versos, extravagantemente ordenados, que não atendem a qualquer necessidade, a não ser às necessidades que devem ser criadas por eles mesmos; que sempre falam apenas de coisas ausentes, ou de coisas profunda e secretamente sentidas; estranhos discursos, que parecem feitos por outro personagem que não aquele que os diz, e dirige-se a outro que não aquele que os escuta. Em suma, é uma linguagem dentro de uma linguagem.
- Citação direta com três linhas ou menos
É de Manuel Bandeira (1975, p.39) o seguinte comentário: “a poesia está nas palavras, se faz com palavras e não com idéias e sentimentos, muito embora, bem entendido, seja pela força do sentimento ou pela tensão do espírito que acodem ao poeta as combinações de palavras onde há carga de poesia”.
Tem-se na paródia, como afirma Linda Hutcheon (1985), a manifestação textualizada da auto-referência, do nível metadiscursivo da criação literária.
- Citação de vários autores
Não me estenderei sobre esse assunto, por considerá-lo devidamente discutido pelos marxistas clássicos (MARX, 1983, 1969; LENIN, 1977a; LUXEMBURG, 1978).
- Citação de várias obras do mesmo autor
Há nele uma diversidade de formas de trabalho; mas em geral subsumidas no capital, e não externas a ele e que resistem à sua expansão, consoante desejam certos partidários do campesinato, cujo exemplo maior é Martins (1979, 1980, 1984, 1986).
Para Vianna (1986, p.172 apud SEGATTO, 1995, p.214-15), “[...] o viés organicista da burocracia estatal e o antiliberalismo da cultura política de 1937, preservado de modo encapuzado na Carta de 1946.”
Notas. Reduzidas ao mínimo e colocadas no pé da página; as remissões para o rodapé devem ser feitas por números, na entrelinha superior.
Anexos e apêndices: Só quando absolutamente necessários.
Tabelas: Numeradas consecutivamente com algarismos arábicos e com títulos.
Figuras: As figuras, mesmo incluídas no texto, devem ser apresentadas à parte em arquivo-imagem, nos formatos: .bmp, .gif, .ipg, .jpg, .cdr, .pcx, ou .tiff.
Prof. Dr. ANTÔNIO DONIZETI PIRES
(UNESP/Araraquara)
Profa. Dra. SOLANGE FIUZA CARDOSO YOKOZAWA
(UFG/Goiânia)
Coordenadores do GT Teoria do Texto Poético
Com o aval do Comitê Editorial da revista TextoPoético
Araraquara/Goiânia, abril de 2010