|
Grupo de Trabalho Teoria do Texto Poético |
|
|
|
Nós temos 3 visitantes online |
Membros : 2
Conteúdo : 80
Links da Web : 7
Visualizações de Conteúdo : 31446
|
|
| Dom, 05 de Setembro de 2010 |
|
 |
|
|
|
Volume 1 (2004) - Sumário |
|
|
|
|
Clique no item desejado para acessá-lo. Artigos
| Nea de Castro – “Autoritarismo na poesia brasileira contemporânea: Um olhar sobre a poesia de Affonso Romano de Sant´Anna” |
|
Resumo: Este estudo da produção de Affonso Romano de Sant´Anna buscando caracterizar as constantes indagações do poeta sobre a linguagem poética e o papel social da poesia. Pertencente à Geração de 60, ele passou pelo concretismo, e a seguir pela poesia engajada do primeiro Violão de rua (1962). Depois, veio a produção "neo-retórica" de A grande fala do índio guarani (1978), entre outros. Em O lado esquerdo do meu peito (1992) (que foi seguido por Textamentos, de 1999) busca, em tom cinza, novos sentidos, em meio ao esgarçamento das utopias.
|
|
| Jaime Ginzburg – “Marginalidade, Subjetividade e Heteronímia: Breves notas sobre Fernando Pessoa” |
|
Resumo: O objetivo do estudo é examinar a heteronímia de Fernando Pessoa, a partir de uma perspectiva conceitual pautada em Walter Benjamin. A hipótese interpretativa consiste em que, tendo como referência poemas atribuídos a Álvaro de Campos, podemos examinar a constituição do sujeito fragmentário, em articulação com a marginalização da poesia lírica na sociedade moderna, tendo em vista as reflexões de Benjamin sobre Charles Baudelaire.
|
|
| Celina Moreira de Mello – “De Lendas e Reflexos Vacilantes” |
|
Resumo: O presente ensaio propõe um percurso pelo clássico, entre Literatura e Pintura, entre Imagem e Poesia, entre o prazer da leitura e as teorias. Vamos ao encontro da “grande” idéia de Literatura e Pintura, mas sem esquecer que, nas armadilhas da representação, as grandes idéias são instrumentos tanto de poder quanto de conhecimento. Esse exercício/movimento leva a construir um objeto poético, que resulta de uma poiesis comum a “artistas intelectuais” (escritor) e “artistas manuais” (pintor), um objeto poético com propósitos políticos. Vamos em direção ao jogo das fronteiras, brincando nas margens dos textos poéticos e das imagens, da História e do Presente, entre o sistema das belas-letras e o sistema das belas-artes. A música que nos é dada a ouvir é a dos ritmos do olhar. Lembrando que na República das Letras, muitas vezes desdobramos textos e passamos cegos pelas imagens. Para nos consolar, poetas e pintores inventaram lendas e reflexos irisados, que vacilantes e momentâneas nos distraem nesse longo tempo que temos, antes da hora de ir dormir.
|
|
| Angélica Soares – “Memórias da Opressão em Poetisas Brasileiras Contemporâneas” |
|
Resumo: Leitura da ficção poemática memorialista feminina (Marly de Oliveira, Adélia Prado, Helena Parente Cunha e Lya Luft) focalizando três questões que são constantemente recriadas: o processo educacional coercitivo, a voz feminina silenciada e a cristalização periférica das identidades. A educação busca evidenciar o poder patriarcal/masculino sobre a mulher, que deve ser em conseqüência adestrada, medrosa e desanimada. Aquele poder mantém-se na tradição comercial da mulher, silenciada no amor, mero objeto de escambo, subalterna, desidentificada. O ser feminino desidentificado busca encontrar em si as respostas; desconstruída acaba por repudiar o avesso do que dela se espera, buscando a mulher encontrar-se como o conflito equilibrado entre paixão e suavidade.
|
|
Criação Literária
Observações: Para leitura dos arquivos em PDF é preciso ter o programa Adobe Reader instalado em seu computador. Para fazer o download gratuito do Adobe Reader clique aqui
|
|
|